Organizamos e automatizamos os seus processos para destravar o crescimento da sua empresa.
A Kosmos entra na operação, entende como o trabalho acontece e estrutura o processo antes de automatizar. Porque automatizar do jeito que está só deixa o problema mais rápido.
Conversa inicial sem custo e sem compromisso.
Já vimos essa operação antes
Você não precisa que ninguém explique o problema. Ele aparece todo dia, mais ou menos assim:
Toda manhã alguém monta a mesma planilha para saber o que aconteceu ontem.
Uma tarde por semana some só para juntar informação que já existe em dois sistemas diferentes.
O trabalho para na sua mesa esperando um "ok" que todo mundo sabe que é rotina.
Tem sempre uma exceção. Toda vez que alguém explica o processo, aparece um "mas quando é aquele caso, a gente faz diferente".
Quando a pessoa que sabe fazer falta, aquilo não anda.
Cada área te dá um número, e nenhuma te dá o quadro.
Nada disso é falta de esforço. O time trabalha, e trabalha muito. O problema é outro.
Automatizar o processo errado só deixa o erro mais rápido
A empresa cresceu e o processo não acompanhou. Quando era menor, funcionava: o jeito de fazer vivia na cabeça das pessoas, os sistemas não precisavam conversar e a planilha cobria o resto. Na escala de hoje, isso deixou de funcionar.
É aqui que quase todo mundo erra a solução.
Contratar mais gente
Automatizar do jeito que está
Por isso a ordem importa: primeiro entender, depois estruturar, então automatizar.
Estruturação e automação de processos
São duas metades do mesmo trabalho, e nenhuma funciona sozinha.
Estruturar
é entender como o trabalho acontece de verdade, e não como o organograma diz que deveria, para então redesenhar o processo no tamanho que a empresa tem hoje. É também organizar o dado que esse processo usa: cadastro, base, as fontes que hoje se contradizem.
Automatizar
é fazer a máquina executar o que é repetitivo, com o processo já arrumado por baixo.
Estruturação sem automação
Automação sem estruturação
A Kosmos conduz a sequência inteira, e acompanha a equipe até a nova rotina estar em operação.
Como funciona
Sem virar a mesa. Aproveitamos o que já existe e construímos só o que falta.
Começa com uma conversa, sem custo, para entender a sua operação.
Imersão
Entramos na operação e observamos como o trabalho acontece de fato. Sistemas, processos, papéis, as passagens entre as áreas e as exceções que ninguém documentou. Nada é alterado nessa fase. É levantamento.
Diagnóstico e desenho
Separamos o que é problema de processo, de dado, de sistema e de papel, porque cada um pede uma solução diferente. Depois desenhamos o estado futuro e a ordem do que muda, começando pelo que destrava mais rápido.
Estruturação de dados
Cadastro, base e fontes organizados no nível que a automação exige. É a etapa que ninguém vê e sem a qual nada do resto funciona direito.
Construção
Automações e integrações sob medida, construídas sempre que possível em camada independente das suas plataformas, de modo a sobreviver a uma eventual troca de ferramenta.
Adoção
Treinamento, documentação e acompanhamento da entrada em uso. A equipe precisa entender, confiar e conseguir operar o que foi construído.
Ao final, isto é o que existe na operação:
- Processos redesenhados, com responsável e exceções definidas
- Uma versão só da informação, em vez de um número por área
- As tarefas repetitivas executadas por automação, com revisão humana onde importa
- Os sistemas que você já tem, integrados entre si
- Desenvolvimento próprio apenas onde a lacuna não se resolvia com o que existia
- Documentação do que foi construído, e a equipe treinada para operar
IA e automação, cada uma no seu lugar
Toda operação tem dois tipos de trabalho, e usar a tecnologia errada em cada um custa caro.
O que é regra.
O que é interpretação.
O erro comum do mercado é colocar IA no lugar da regra. O sistema passa a errar num ponto em que a resposta deveria ser sempre a mesma, e erra em silêncio, até o problema aparecer do outro lado.
A IA interpreta e propõe. A regra executa e confere. O que é crítico passa por uma pessoa.
A IA interpreta e propõe.
A regra executa e confere.
O que é crítico passa por uma pessoa.
O que nos separa
A Kosmos costuma ser confundida com três tipos de fornecedor. Vale explicar onde está a diferença.
Não somos uma consultoria
Não somos um software pronto
Não somos uma software house
Para quem é
Para empresas com operação já complexa:
várias áreas que dependem umas das outras
sistemas que não conversam
transições críticas resolvidas por telefone, planilha paralela ou pela memória de quem está há mais tempo
processo que vive nas pessoas em vez de estar no sistema
Empresas que chegaram ao ponto em que a própria operação virou o freio, em que a próxima decisão do negócio, uma unidade nova, um canal novo, mais volume, não cabe no jeito atual de trabalhar.
Conversa inicial sem custo e sem compromisso.

Guilherme Favaro
Fundador da Kosmos
São dez anos de carreira em dados, analytics e automação. A programação sempre foi a ferramenta de trabalho: transformar em código o que consumia horas de trabalho manual.
Fundei e fui CEO de uma agência de publicidade especializada em mídia, dados e automação. Foi ali que vivi esse problema por dentro, e onde ficou claro que automatizar, sozinho, não resolvia. Sem estruturar o processo antes, a automação apenas acelerava o que já estava desorganizado.
Criei a Kosmos para atacar exatamente isso. Desenhamos e executamos os projetos conhecendo a dor em primeira mão, com a bagagem técnica para resolvê-la.
Perguntas frequentes
Qual a diferença de automatizar com meu time de TI internamente?
Tentativas anteriores de melhorar a operação não trouxeram resultado. O que muda nessa abordagem?
A operação da minha empresa tem muitas particularidades. Isso inviabiliza o projeto?
É necessário substituir os sistemas que a empresa já utiliza?
Como a inteligência artificial é utilizada nos projetos?
Como os dados da empresa são tratados durante o projeto?
Como o investimento é definido?
Qual a duração de um projeto?
O primeiro passo é uma conversa
Uma conversa sobre a sua operação e sobre o que está travando o dia a dia da empresa. A partir dela avaliamos o encaixe com o que fazemos e, havendo encaixe, desenhamos o projeto para o seu caso.